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Março 2025
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Enquanto a economia brasileira enfrentou uma queda no número de empregos formais no final de 2024, o setor da saúde teve comportamento distinto, apresentando uma leve alta. A constatação é do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), relatada na nova edição do Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde (RECS).

 

Clique aqui e acesse a íntegra do documento.

 

O documento mostra que a empregabilidade na cadeia produtiva da saúde oscilou 0,1% entre setembro e dezembro, enquanto o mercado de trabalho brasileiro, de forma geral, diminuiu 0,6%.

 

Assim, na comparação de dezembro ante setembro, a saúde teve um saldo positivo de 8 mil novos postos de trabalho, enquanto o Brasil registrou, na mesma base comparativa, a perda de 535,5 mil ocupações formais. A saúde representa 10,9% do total de empregos no Brasil. Encerrou 2024 com 5,1 milhões de trabalhadores formais, sendo 4,1 milhões da área privada e aproximadamente 1 milhão no sistema público. O segmento da saúde suplementar teve o acréscimo de 181 mil empregos em 12 meses, impulsionando o setor como todo.

 

"Os números mostram a força e a resiliência da saúde e confirmam o papel estratégico desempenhado pelo setor na economia brasileira. Enquanto outros setores sofrem com demissões, a saúde continua gerando empregos", analisa José Cechin, superintendente executivo do IESS.

 

Principais destaques do Relatório:

 

  • Saúde x Economia Geral: Enquanto o mercado de trabalho brasileiro recuou 0,6%, e a economia sem considerar o setor da saúde caiu 0,7%; a cadeia produtiva da saúde apresentou leve alta de 0,1%;
  • Panorama do Emprego no Brasil: O saldo de empregos formais foi negativo em 535,5 mil postos, com as respectivas quedas nos setores de Serviços (-257,7 mil), Indústria (116,4 mil), Construção (-89,6 mil), Agropecuária (-46,6 mil) e Comércio (-25 mil);
  • Setor Privado em Expansão: A área privada da saúde registrou alta de 0,1%, enquanto o setor público diminuiu 0,4%;
  • Desempenho Regional: O setor de saúde cresceu no Nordeste (alta de 0,5%), Centro-Oeste (alta de 0,4%), Sul (alta de 0,4%) e Sudeste (alta de 0,2%), mas teve retração no Norte, ficando negativo em 1,5%.

O Relatório RECS75 mostra a resiliência do setor da saúde no mercado de trabalho brasileiro e continua desempenhando um papel estabilizador no mercado de trabalho brasileiro, mesmo diante de cenários econômicos adversos. Entre setembro e dezembro de 2024, enquanto a economia total recuou -0,6% e a economia sem considerar a saúde caiu -0,7%, a cadeia produtiva da saúde registrou um leve crescimento de 0,1% no número de empregos. Clique aqui e acesse a íntegra da Análise Especial.

A empregabilidade na cadeia produtiva da saúde oscilou 0,1% entre setembro e dezembro de 2024, enquanto o mercado de trabalho brasileiro, de forma geral, diminuiu 0,6%. A saúde fechou o ano com 5,1 milhões de postos de trabalho. O segmento da saúde suplementar teve o acréscimo de 181 mil empregos em 12 meses, impulsionando o setor como todo. Clique aqui e acesse a íntegra do relatório.

RECS

Análise Especial RECS - Dinâmicas do Mercado de Trabalho na Cadeia da Saúde Suplementar no Brasil

Janeiro 2025

Análise Especial do Relatório de Emprego na Cadeia da Saúde (RECS) indica um aumento global de oportunidades de postos de trabalho na cadeia produtiva da saúde até o terceiro trimestre de 2024, especialmente nas categorias de operadoras e prestadores (segmento da saúde suplementar). Veja a íntegra no relatório.

Janeiro 2024
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A cadeia produtiva da saúde encerrou o terceiro trimestre de 2023 (julho, agosto e setembro) com 4,844 milhões de empregos, uma alta de 0,8%. Esse é um dos destaques do mais recente Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde (RECS) nº 67, desenvolvido IESS.

O crescimento foi impulsionado pela geração de oportunidades no setor privado, que representa 81% dos empregos, e encerrou o período com 3,9 milhões de vagas preenchidas. O aumento foi de 1,1% nos três meses. 

O estudo considera os setores público e privado e empregos diretos e indiretos e traz dados também do mercado de trabalho da economia, que teve nesses três meses alta de 1,3%. 

Para acessar o relatório na íntegra, clique aqui.
 

Em set/23, a cadeia produtiva da saúde registrou um contingente de 4,9 milhões de trabalhadores, abrangendo setores público e privado, considerando empregos diretos e indiretos. Este número representou acréscimo de 0,8% em relação a jun/23, enquanto o mercado de trabalho como um todo expandiu-se em 1,3%, totalizando 44,0 milhões de empregos formais. Leia o relatório na íntegra.