Mudanças Climáticas e Saúde: Um Desafio para a Saúde Suplementar
As mudanças climáticas deixaram de ser uma preocupação distante e passaram a afetar diretamente a saúde da população. Ondas de calor, poluição do ar e eventos extremos, como enchentes e secas, já provocam impactos significativos no bem-estar e na capacidade do sistema de saúde de responder a essas novas demandas.
Diante desse cenário, produzimos o Texto para Discussão nº 110 – 2025: “Mudanças Climáticas e Efeitos na Saúde: Desafios e Oportunidades para a Saúde Suplementar no Brasil”. O estudo analisa os principais riscos das mudanças climáticas para a saúde e aponta soluções para que operadoras de planos de saúde se tornem mais resilientes e sustentáveis.
Os efeitos das mudanças climáticas já são sentidos de diversas formas:
- Aumento de doenças cardiovasculares e respiratórias – A poluição do ar e o calor extremo elevam os riscos de infartos, AVCs e problemas pulmonares;
- Expansão de doenças transmitidas por vetores – dengue, zika e chikungunya tendem a se tornar ainda mais frequentes;
- Eventos climáticos extremos sobrecarregam o sistema de saúde – Enchentes e secas prejudicam o acesso aos serviços médicos e aumentam emergências;
- Obesidade e mudanças nos hábitos de vida – Estudo global citado no relatório indica que extremos térmicos podem levar ao aumento do IMC, especialmente em países em desenvolvimento.
E o que as Operadoras de Saúde podem fazer diante disso?
Nosso trabalho sugere algumas ações estratégicas para mitigar esses impactos, incluindo:
- Ampliação da telemedicina e telessaúde;
- Sistemas de alerta para eventos climáticos extremos;
- Fortalecimento da vigilância epidemiológica;
- Práticas sustentáveis e ESG;
- Parcerias entre operadoras, prestadores e governos.
As mudanças climáticas desafiam a saúde suplementar. Operadoras, hospitais, profissionais de saúde e reguladores precisam agir juntos para garantir um atendimento eficiente e sustentável. Quer entender mais? Baixe aqui o estudo completo e participe nas nossas redes sociais desse debate essencial para o futuro da saúde.