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Estudo do IESS aponta desafios e oportunidades para o setor de saúde suplementar diante das mudanças climáticas

Fevereiro 2025
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As mudanças climáticas já afetam a saúde da população e desafiam a estrutura do setor de saúde suplementar no Brasil. Essa é a principal conclusão do estudo “Mudanças Climáticas e Efeitos na Saúde: Desafios e oportunidades para a saúde suplementar no Brasil”, produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). O trabalho analisa os impactos climáticos na saúde e apresenta soluções para que operadoras de planos de saúde se adaptem a esse novo cenário.

 

Entre os principais desafios identificados pelo fenômeno climático, destaca-se o aumento da incidência de doenças cardiovasculares, respiratórias e infecciosas devido a extremos de temperatura e poluição, além do impacto indireto no crescimento da obesidade e na sobrecarga dos serviços de saúde.

 

Para mitigar esses efeitos e garantir um atendimento eficiente e sustentável, o estudo propõe ações estratégicas para operadoras de planos de saúde, incluindo:

 

  • Telemedicina e telessaúde, ampliando o acesso e reduzindo deslocamentos desnecessários;
  • Monitoramento climático e sistemas de alerta para antecipar impactos e preparar a rede assistencial;
  • Eficiência energética e uso de energias renováveis em hospitais e outras estruturas de atendimento na saúde;
  • Adoção de práticas ESG (Ambiental, Social e Governança) para reduzir a pegada de carbono do setor;
  • Fortalecimento da vigilância epidemiológica para doenças ligadas ao clima, como dengue e infecções respiratórias.

 

O relatório também ressalta a necessidade de parcerias entre operadoras, prestadores, órgãos reguladores e o Sistema Único de Saúde (SUS) para criar políticas de adaptação e mitigação eficazes.

Clique aqui e baixe o estudo completo.

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